A Dança da Morte – Um quase Diário de Leitura [5] + Resenha.

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Oi, gente!

Este é o último Diário, e não será bem um diário. Explico: terminei a leitura do livro. Pois é! Finalmente, depois de ter que fazer tantas pausas, eu consegui terminar – santo feriado de pásoa!  O fato de eu ter terminado o livro, por si só, não seria impeditivo algum para prosseguir com o Diário, o ponto é que os últimos acontecimentos foram rápidos e intensos, e qualquer coisa que eu dissesse seria um spoiler. Portanto, o último diário será uma resenha basicamente com a minha opinião, já que nos posts anteriores eu já havia comentado sobre o que é a história.

Caso você queira ler os posts anteriores, basta clicar nos links abaixo: Continuar lendo “A Dança da Morte – Um quase Diário de Leitura [5] + Resenha.”

A Dança da Morte – Diário de Leitura [5]

 

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Olá 😀

Embora já tenha um tempinho que o último diário de leitura saiu, eu continuei lendo o livro – apenas com uma pausa para ler Madame Bovary, para a faculdade. A historia continua ficando cada vez melhor, ao menos para mim, já que já passaram todas as apresentações de personagens, as viagens  e os grupos de ambos os lados já estão praticamente reunidos.

É sensacional a forma como a sociedade está tomando forma, nunca tinha parado pra pensar na formação de uma sociedade em si, que é o que está rolando agora.
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A Dança da Morte – Diário de Leitura [4]

Oi gente 😀
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Lembram como falei mais um pouco sobre os personagens nos últimos posts?

Enquanto os personagens destinados a fazerem parte do “lado do bem” estavam tendo sonhos com a velhinha chamada Abagail e o milharal, outros personagens não tão bons, como Loyd, por exemplo, têm sonhado com Randal Flagg, o famoso Homem Escuro, ou Homem de Preto. Agora já está muito mais claro que haverá uma batalha entre o bem e o mal, já que através dos sonhos, os dois líderes, no caso Abagail e Randal, falam com as pessoas e mostram para onde devem ir para encontrá-los.

Recentemente apareceram mais algumas personagens, que ficarão reunidas ao grupo de Frannie e há diversos personagens supostamente ruins reunidos do lado de Randal, entre eles o Homem da Lata de Lixo e Loyd. Os que tiverem mais destaque serão citados nos próximo post, por enquanto só sabemos que há um grupo.

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A Dança da Morte – Diário de Leitura [3]

Olá 😀

No último post do Diário, falei pra vocês que os personagens estavam sendo apresentados e como a gripe estava tomando conta de tudo. Isso se dá praticamente ao longo do livro um inteiro.

Minha última leitura foi até a página 380, eu cheguei no livro dois e até o momento já estou familiarizada com a maioria dos personagens e o jeito deles. Fora os personagens que citei anteriormente, apareceram mais alguns:

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A Dança da Morte – Diário de Leitura [2]

Olá 😀

Vamos ao livro: como dito anteriormente, estou conhecendo os personagens aos poucos e há algumas histórias paralelas rolando.

Até o momento, as histórias  paralelas são basicamente de pessoas que são imunes ao vírus:
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A Dança da Morte – Diário de Leitura [1]

Olá 😀

Relembrando: tentarei ao máximo não dar spoilers, mas não tenho como prometer que será um post 100% spoiler free.

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Como prometido, li aproximadamente 100 páginas e agora contarei pra vocês o que estou achando.

O livro é dividido em três “livros”, que seriam capítulos maiores com outros capítulos dentro. Como li pouco, estou no primeiro “livro”, que se chama Capitão Viajante.

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Até o momento, conheci diversos personagens. Os primeiros foram Charlie, Sally e Baby LaVon, que é filha do casal.

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O livro se inicia com Charlie ordenando que Sally prepare a filha deles para que possam fugir. Imediatamente, Sally se desespera e pensa que o marido, que é um militar, está planejando desertar, mas como ele demonstra intenso desespero, ela aceita e eles fogem. Quando Charlie chega a um posto no Texas, já está dirigindo praticamente inconsciente e por pouco não bate e explode as bombas de gasolina. Alguns homens estão no posto e chamam socorro, abrem as portas do carro de Charlie e se deparam com uma cena horrenda: a mulher e a criança estão mortas.

Vic e Stu olharam para dentro do carro por algum tempo, entreolharam-se e depois voltaram a olhar para dentro. No assento da carona estava uma mulher jovem, sua saia suspensa acima das coxas. Apoiado contra ela o corpo de uma criança de uns três anos de idade. Ambas estavam mortas, seus pescoços inflados como câmaras de ar. A carne adquirira um tom púrpura enegrecido, como um hematoma. A carne debaixo dos olhos estava inflada também.

Horas depois, Charlie também morre. A partir daí, passamos a tomar conhecimento de que o que quer que seja que matou a família, é algo extremamente contagioso. Essa suposta “gripe”, como eles passam a chamar, leva o nome de Capitão Viajante. Os homens que estavam no posto são contaminados, contaminam suas famílias, que contaminam qualquer pessoa que entre em contato nem que seja por questão de segundos: o risco de contágio é de 99,4%!

Harry, um homem gregário que gostava do seu trabalho, passou a doença para mais de quarenta pessoas durante aquele dia e no dia seguinte. Quantos aqueles quarenta infectaram é impossível dizer – você poderia também perguntar quantos anjos podem dançar na cabeça de um alfinete. Se fizer uma estimativa conservadora de cinco para cada um, você tem duzentos. Usando a mesma formúla conservadora, poder-se-ia dizer que aqueles duzentos infectaram mil, esses mil, 5 mil, e os 5 mil, 25 mil.

Até o momento, há algumas histórias sendo contadas paralelamente, e, levando em conta que estou em cem páginas de um livro com 936, creio que vá demorar um pouco pra que as histórias se entrelacem, se é que de fato isso ocorrerá.

Algo visível é que o lado emotivo será extremamente explorado nesta obra, já que King já deu uma breve aprofundada na história e personalidade de alguns personagens. Digamos que já tenho alguns favoritos.

Embora tenha lido que este livro demora pra pegar um ritmo legal, até o momento não tenho achado a leitura arrastada. King conta a história geral e a de cada personagem aos poucos e de uma forma totalmente harmoniosa. Em momento algum parece que ele deu uma pausa na história geral pra aprofundar-se em um personagem específico, é tudo muito natural.

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Pra vocês irem tendo uma ideia de mais ou menos em que lugar do livro eu estou.

Por hoje é isto! Estou super curiosa pra ver como King desenrolou a história, já que, se a gripe é transmitida quase que imediatamente, as chances de todos os personagens estarem mortos nas próximas 50 páginas são grandes hahahah

Até mais!

 

A Dança da Morte – Introdução ao Diário de Leitura.

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Olá 😀

Como citei neste post aqui, um dos meus planos pra 2016 é ler A Dança da Morte, do King!  Comecei a ler ontem e decidi que postarei os diários de leitura aqui mais ou menos a cada 100 páginas lidas.

A cada post falarei um pouco da história e do que estou achando, portanto, o ideal é que você já tenha lido, afinal nada como ser surpreendido por cada novo fato da história, não é mesmo? Tentarei ao máximo não dar spoilers, mas não tenho como prometer que será um post 100% spoiler free.

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Como sempre, um fofo! hahahaha

O livro que tenho aqui é a versão estendida, e começa com “Um Prefácio em Duas Partes”, sendo a primeira parte para ser lida antes da compra, e a segunda depois dela.

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Nestes prefácios, King explica que não se trata de um novo romance, já que A Dança da Morte fora lançado anteriormente, em 1978, numa versão com mais ou menos quinhentas páginas a menos do que esta, por conta dos gastos que o lançamento de um livro tão grande acarretariam na época. Ele diz que, embora a história esteja lá, esta é a versão que ele gostaria de ter lançado originalmente.

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No próximo post falarei um pouco do que li e tudo o mais, como nunca fiz um diário de leitura não sei bem o que direi hahahahaha

Até mais!