#12mesesdePoe – O Caixão Quadrangular.

Olá, tudo bem? 😀

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Este post faz parte do Desafio de leitura #12mesesdePoe.

O conto do mês de setembro foi o “O Caixão Quadrangular”. Embora eu esteja postando só agora, eu li o conto no mês certo, eu juro! 😛

Nesta história, temos um narrador-personagem que vai à uma viagem de navio. Chegando ao navio, nota que Sr. Cornélio Wyatt, um amigo seu, está lá. Nota também que ele está mais melancólico que de costume e que está acompanhado de suas duas irmãs e sua esposa, que fora descrita como uma mulher belíssima, mas que pessoalmente não fazia jus à isso.

A verdade é que eu não podia deixar de olhar a Sra. Wyatt como uma mulher decididamente nada bonita. Se não era positivamente feia, penso eu que não estava muito longe disso. Trajava porém, com gosto esquisito, e então não tive dúvida de que ela dominara o coração de meu amigo pelas mais duradoura graças da inteligência da alma.

Seu ar melancólico (que considerei perfeitamente natural nas circunstâncias do momento) parecia conservar-se sem diminuição. Falou pouco e, assim mesmo, tristemente e com evidente esforço. Aventurei um ou dois gracejos e ele esboçou uma amarela tentativa de sorriso.

O narrador começa a observar o comportamento do amigo, e logo percebe que ele é extremante apegado a um caixão, cujo conteúdo é desconhecido. Ele até mesmo dorme no mesmo quarto em que o caixão. Disso para a monomania é um passo, certo? Claro que o nosso narrador fica um pouco obcecado por saber o conteúdo do caixão.

Circunstâncias várias ocorreram logo após aquele ataque de Wyatt, as quais contribuíram para aumentar a curiosidade de que já estava eu possuído.

O estilo do conto é semelhante ao Os Crimes da Rua Morgue, que eu já disse anteriormente que embora sejam ótimos, não são os meus favoritos. Eu estava imaginando que a conclusão tivesse algo a ver com uma esposa vampira, sabe? hahaha

O final não me surpreendeu tanto como o de os Os Crimes da Rua Morgue, cuja conclusão vai além de qualquer coisa que possamos imaginar embora possua uma explicação lógica, o que se classifica como fantástico estranho.

De qualquer forma, cada vez mais eu percebo que sou apaixonada pelas explicações sobrenaturais, que na faculdade classificamos como fantástico maravilhoso. Tanto é que, de todos os contos que li até então, se eu fosse fazer um top 3 dos meus favoritos não haveria nenhum com explicações lógicas dentre eles. Ou seja, é apenas uma questão de gosto, e o meu negócio é fantástico maravilhso mesmo.

Enfim, gostei mais de Hop-Frog. Estava tão encantada que, talvez, ler um em seguida do outro tenha ofuscado um pouco a leitura de Caixão Quandrangular.

E vocês? Têm uma opinião sobre este conto?

Até mais!

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