Você escolhe o que lê ou deixa a publicidade escolher por você?

Recentemente fiz um post com as leituras que eu queria fazer neste ano, está aqui caso você queira ler. Os livros em questão eram os seguintes:

O Circo do Dr. Lao, de Charles G. Finney – Lido! Tem post aqui.
Rei Arthur e Os Cavaleiros Da Távola Redonda, de Howard Pyle
O Centauro no Jardim, de Moacyr Scliar – Lido!
Outra volta do Parafuso, de Henry James – Lido!
Fahrenheit 451, de Ray Bradbury – Lido!
Eu Robô, de Isaac Asimov – Lido! Tem post aqui.
Tubarão, de Peter Benchley
Americanah, de Chimamanda Ngozi Adichie1
O Circo Mecânico Tresaulti, de Genevieve Valentine – Lido! Tem post aqui.
A Hora do Pesadelo – Arquivos de Elm Street, de Robert Englund – Não li pois ainda não foi lançado, e quando sair não será sorteado, vou ler de imediato! hahahah

Até que essa ideia de sortear as leituras foi algo legal. Tenho lido muitos livros que já queria ler mas acabava adiando a leitura em função de ler outros livros mais recentes. É inevitável se deixar influenciar pelos livros que estão em alta, a gente lê tanta resenha elogiando um mesmo livro que em algum momento acaba deixando de lado livros que estão na estante – seja ela virtual ou física – mas não são tão conhecidos para nos rendermos às novidades.  É mais ou menos como naquela música Admirável Chip Novo, da Pitty.

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Refletindo…

Acho que essa experiência mudou também o meu olhar sobre os posts que vejo. Acontece muito de eu estar lendo o feed de blogs que sigo no wordpress e me deparar com duas ou mais resenhas de um mesmo livro, como os daquela série A Seleção, por exemplo. Não estou criticando quem os lê, cada um lê o que quiser, isso é óbvio! O ponto é: mesmo que você não perceba, você escolhe as suas leituras, inconscientemente, de acordo com o que é mais falado ou está mais em alta. Eu não li A Seleção pois não é o gênero que mais me atrai, mas, parando pra pensar, vejo que li alguns outros que se encaixam nessa situação que mencionei. Um exemplo: o livro Tubarão, de Peter Benchler, foi lançado em 1974, isto é, mais de vinte anos antes do meu nascimento. O livro já estava ai há anos, e eu nunca tinha nem sequer procurado para baixar e ler no kindle. Bastou a Darkside lançar aquela edição maravilhosa que eu fiquei enlouquecida pra ler! Acabei ganhando de amigo secreto, mas se não ganhasse com certeza acabaria comprando. A pergunta é: o fato de que o livro é lindo vai mudar alguma coisa na minha experiência de leitura? Não! Ilustrações  eu até diria que sim, amo ilustrações e acho que enriquecem muito a leitura, mas alguns detalhes são superfluos quando comparados ao que realmente importa… Todo mundo gosta de coisas bonitas no geral, não somente livros, mas eu não posso deixar uma edição bonita se tornar o foco para mim ao invés do conteúdo da leitura. Novamente, não há problema nenhum em se render às lindas edições, mas há tesouros escondidos na sua estante enquanto isso!

Falando em estante, a cada faxina que eu faço eu penso “pra quê tanto livro?”. Não é questão de preguiça de limpar, nada disso, é realmente um pensamento que tem pairado na minha cabeça. A partir do momento em que eu li um livro ele é meu pra sempre, a história fica guardada com você seja ela boa ou ruim. Ainda não estou no tão sonhado nível de desapego material em que eu doaria todos os meus livros sem dor no coração, mas já tenho dado alguns passos lentos nesse caminho. De quê adianta juntar tantos livros? Alguns são lindos, isso é fato, mas se em algum momento a função de ter livros for usá-los como decoração… ERROR404, né? É muito raro eu reler algum livro – embora eu esteja planejando fazer isso muito em breve com A Torre Negra ♥ -, portanto não faz sentido algum deixar mil livros em casa parados, sem pretensão de reler, e, além disso, há o kindle!

Há também os benefícios de edições bonitas, como fazer com que livros antigos fiquem em alta novamente e sejam lidos por muitas pessoas que de outra forma não os conheceria, mas esse não é o foco do post.

Tudo isso é apenas uma reflexão, é claro que não estou imune às belezas de edições maravilhosas e trabalhadas, ou que eu não suspire ao ver a maravilhosa estante de livros da Nádia. Continuarei comprando algum livro que eu tiver vontade ou qualquer outra coisa que eu quiser, afinal, há sempre aquelas coisas de que somos fãs e não resistimos, mas, antes disso, vou olhar mil vezes em bibliotecas e sebos ou procurar pra baixar, já que fora as questões que levantei há também o fato de eu ainda não ter uma árvore de dinheiro.

Posso dizer sem sombra de dúvidas que por mais bobo que isso seja, me ajudou a abrir os olhos e reparar que até mesmo no mundo dos blogs literários, em que as pessoas são supostamente mais críticas, a publicidade influencia tanto que acaba deixando esse universo de leitores um pouco monotemático… Claro que depende muito de quem você acompanha, e, aproveitando a deixa, peço para que vocês indiquem os blogs que vocês mais gostam, sejam eles literários ou não 😀

Agora, deixando os meus devaneios de lado, da lista acima faltam apenas Rei Arthur, Tubarão, Americanah e A Hora do Pesadelo. Os que ainda não li de Harry Potter também, mas não os mencionei pois há um projeto separado para eles. Ah, e leiam O Centauro no Jardim! É excelente, não sei se farei um post sobre mas fica a dica.

E o TBR de vocês, como está indo?

Até mais!

 Edit: enquanto eu escrevia este post, a Manú Freitas, do blog A Little Mess, fez um post que poderia dar as mãos com este! Super recomendo a leitura.

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20 comentários em “Você escolhe o que lê ou deixa a publicidade escolher por você?

  1. Me identifico muito com a pergunta: “o livro é lindo vai mudar alguma coisa na minha experiência de leitura?” :/

    Mas confesso que ainda não estou num estágio de consciência tão avançado a ponto de partir para um Kindle, mesmo assim, concordo muito com você e estou me policiando muito antes de comprar um livro novo!

    Acho que com a popularização da leitura, esse assunto precisa mesmo ser discutido. Parabéns pelo post, acho que estamos mesmo em sintonia, hahahaha 😀

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    1. Oi, Manu! Olha, eu nunca tive receio em aderir a algum e-reader, e quando o fiz foi sem a consciencia que tenho agora, o fator mais atrativo pra mim foi apenas o peso e a economia… mas confesso o kindle superou as minhas expectativas, eu recomendo pra todo mundo!
      E concordo com você, acho que muitos se aproveitam para transformar os livros em produtos por si só e incentivar o consumismo, portanto o assunto deve ser debatido!

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  2. Acho que há até mais para se ver dentro dessa questão, primeiramente em relação a nossa cultura da adoração do novo, já que a novidade tem peso muito maior do que o que não é. Vejo muita gente adorando livros lançados há pouco tempo, ou que voltaram aos holofotes por conta de alguma adaptação, mas que não dão relevância a outros pelo simples hype em cima da coisa, apenas pelo motivo de muita gente estar consumindo aquilo no mesmo momento. Vi muito disso com “Senhores dos dinossauros”, da Darkside.

    Há mesmo a questão do fetichismo pelo objeto em si e pela questão da felicidade da aquisição, aí a felicidade está relacionada à compra, e porque não, a um símbolo relacionado a um grupo específico ou a uma ideia ou conceito, do “leitor” no caso. A “boniteza” do produto também interfere na opinião, vide a galera de Prince of Thorns, que elevou um livro bem mais ou menos a um novo patamar da fantasia só pelas características físicas do produto, mas pouco pelo conteúdo. Isso tudo também é alimentado pela adoração do novo. Muitos blogs falam o que falam só por conta das editoras e esses dois fatores ficam quase inseparáveis, não se consome o produto pelo conteúdo, mas pelo momento específico.

    Por outro lado há questão da memória afetiva, creio que seja mais fácil lembrar do momento que se leu o livro quando se tem o objeto, ou mesmo a sensação de completar algo ou de ver alguma coisa sendo construída aos seus olhos, o que é algo que move muitos colecionistas, mas que não é necessariamente ruim. Não vou falar de publicidade, pq meu texto já está grande o suficiente, haha, mas acho que há muita coisa relacionada a essa coisa do consumo e do apego.

    PS: Livro de decoração só é válido se vc for algum especialista falando pro Fantástico e tem a obrigação de ter uma biblioteca atrás de vc pra passar a impressão que realmente é alguém culto e que tá falando alguma coisa coerente, haha.

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    1. Oi, João! Concordo com você, o livro não deixa de ser um produto que com os hábitos consumistas acaba ficando em foco apenas pelo prazer de adquirir algo novo e não pelo conteúdo em si.
      Quanto ao Prince of Thorns, não cheguei a acompanhar nada sobre… Mas é isso que acontece mesmo, a edição é caprichada e automaticamente o livro é considerado bom.
      Obrigada por comentar!

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  3. Oi, Bárbara 😀 Adorei o post.
    Talvez soe um pouco pedante aqui… mas tenho que ser sincera. Acho que estou na contramão disso, mas igualmente ruim. Bom, claro que sou seduzida por capas bonitas, mas quanto a lançamentos, vejo que sou muito preconceituosa. Fiz Letras e acho que às vezes só valorizo os clássicos. Não aguento mais falarem sobre alguns livros do momento, que nem vou citar, para não gerar ódio nas pessoas, afinal sempre levamos para o lado pessoal… hehe Seria bom me abrir um pouco, ler alguma coisinha por ler, mas tenho pavor de livro bobo, acho que não gosto de ler, gosto de viajar na leitura, então tenho medo de perder meu tempo com livros ruins…
    Espero que não tenha parecido mto arrogante, pq na verdade nem leio tanto assim, entre ler algo ruim e não ler, prefiro dormir hehehehe
    Bjos!

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    1. Oi, Val!
      Não pareceu arrogante não… Eu faço Letras e gosto dos clássicos também, mas como sou muito fã de terror e tirando Edgar Allan Poe mal falam do gênero, ao menos no meu curso, então acabo lendo muito outros livros que não são considerados clássicos.
      Eu também gosto de viajar na leitura, mas nem sempre os clássicos me agradam. Um exemplo disso é o fato de que Shakespeare é ótimo, isso é indiscutível, mas eu detesto ler peças, todo aquele exagero característico me irrita um pouco hahahaha

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  4. Oi, Bárbara!

    Concordo com você! Quem acompanha os lançamentos das editoras as vezes sofre para segurar os bolsos e tenta, ao máximo, se virar nos e-books da vida (azar quando sai AQUELA edição e você não resiste).

    Já li vários livros por estar na “moda literária” do momento, alguns eu não vi graça alguma, em compensação outros me encantaram independentemente do gênero…

    Vamos seguir assim, lendo o que queremos, sem rótulos, se queremos modinha, vamos ler a modinha, se queremos classicão nessa semana, que seja classicão então.

    Gostei muito da sua reflexão, parabéns.

    Beijão,

    Samantha Monteiro
    https://degraudeletras.wordpress.com/

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  5. Olá, Bárbara!

    Sabe, fico feliz que estejamos hoje neste algum interesse pelo objeto-Livro e, principalmente, não alheios a sua cultura e lógica e mercado e agentes e etc. Ok, talvez seja ingenuidade minha, ou benevolência até demais, mas não vejo estes “personagens” como vilões – afinal, o quê neste mundo foge a uma vontade de posse / coleção / pertencimento / satisfação / desejo?… Melhor que nosso “objeto objetificado” seja um livro, não? rs

    Acho fraco sempre apontarmos “o mercado” e o “fetiche do objeto” como um problema; como se argumentos ou telefones ou garrafas de cerveja ou hortas orgânicas ou jornais universitários ou performances artísticas não pudessem também ser (além de exemplos aleatoriamente bobos, eu sei) instâncias de exclusão e/ou pertencimento?

    Talvez por eu ter desistido da vida acadêmica seja um pouco mais fácil estar “fora” deste algum “escudo-militância”; quisera que em meus tempos de Pós houvessem, por exemplo, zilhões de traduções e editoras como agora; em minha época de estudos, muito mal havia a Editora 34, e a Cosac Naify, e não havia Amazon, e nem universitário com cartão de crédito rs, então, a gente tirava xerox da cópia da cópia do professor, que geralmente estava em francês, e o jeito era sofrer mesmo. Risos. Enfim, super entendo que com a muita demanda e acesso de hoje recebamos de brinde a seguinte sentença: “- mas qualquer um lança um livro hoje em dia!, e livros ruins!”. Sim, em tempos de autopublicação e publicações de youtubers (ok, momento preconceito da minha parte, admito), há que se filtrar o bom do qualquer coisa. Apesar de que ambos serão inevitavelmente publicados… Mas… mas podemos fazer esse ‘filtro’ enquanto leitores, não?; enquanto comentadores-de-livros e tal; e compradores-de-livros também. Porque afinal, até o romance mais breguinha é fruto do trabalho de um monte de gente; é uma realização, que envolveu tempo, dinheiro, e ego também, e cansaço, boa vontade, muitos etc… E… Quem somos para tanto desdém com o trabalho do outro, né?…

    Enfim… penso que esse tipo de aversão que muitos temos “ao senso e ao gosto comum” seja um sintoma herdado dos corredores da Academia, que efetivamente diz muitos nãos à vontade criativa; e nãos do tipo não-sincero: é aquele “não” apenas porque não pertence aos ideais e pesquisas e ideologias de nosso corpo docente, então é isso jovem, não se pode por exemplo ler aquele autor alemão do século 18 porque na sala de aula a ideologia é ainda a francesa pós 68 e a dos docentes Uspianos que se formaram em 2002. E infelizmente a gente sabe que a vida na graduação e na pós é daí pra pior…

    E… eita, já me perdi aqui no textão, desculpem rs.

    Ah, sim, só mais uma coisa! rs. Bem, por trabalhar hoje também como designer, eu fico é feliz de que exista esse lugar-de-trabalho que preza sim “a boa imagem”; porque gente, desde quando não se pode dizer que algo é… bonito? Bonito tem que sempre rimar como fútil ou desprezivo? Ainda mais em se tratando de… um livro!…? rs

    É claro que livros sobram na estante, e o dinheiro falta na carteira, e a compulsão chega a ser grande, e o bom gosto perde-se nas modinhas… E… Bem, isso tudo acontece, inevitavelmente também, mas… vamos seguindo, né… Levando no bolso as pessoas e livros que mais combinam com a gente, e é isso ❤ Mais que isso não da não. Então… Beijo no coração dos blogueiros clássicos, e também no das pessoas que escrevem folhetins de vampiros! Porque vai que a vida revolta e um dia encontramos alegria até naquilo que mais desconsiderávamos, né? Nunca se sabe… 🙂

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    1. Oi, Rebeca!
      Vamos ver se consigo responder todos os pontos, caso eu esqueça algum coloco em outro comentário hauhau
      Como eu disse, não tenho nada contra ler o que está mais famoso, digamos assim. Este post surgiu de uma reflexão acerca dos meus costumes mesmo, eu acabava me deixando encantar por alguns livros e outros, há muito esquecidos, ficavam parados na minha estante. Como eu disse, amo livros lindos e edições lindas, e não deixarei de comprar as que eu quiser manter, o ponto é que não acho que isso deva contar mais do que o conteúdo do livro, sabe? Jamais associarei um trabalho bem feito à futilidade, você pode ver nas minhas resenhas que quando as edições são bonitas eu sempre ressalto isso como algo positivo, o que de fato é! Pra mim, é um complemento e não o foco: este é o ponto! Eu, ao menos, estou tentando não ter livros parados em casa apenas por serem bonitos. Apesar dos pesares, o importante é que as pessoas estão lendo mais do que antes, contudo, o post é basicamente a minha visão sobre como as leituras em massa nos fazem esquecer ótimos livros que não são tão conhecidos.
      Mas jamais julgarei alguém que está lendo A Seleção (aproveitando o exemplo já citado), quem sou eu pra isso? Eu sempre fui defensora da leitura não só como fonte de reflexão e conhecimento, mas tambem como lazer e de qualquer outro lazer apenas pelo lazer, como filmes, por exemplo: há quem só veja os definidos como cult e se sinta superior por isso, eu vejo os que eu quiser e nao me acho uma pessoa pior por isso.
      Talvez o meu post tenha sido mal interpretado, cada um lê o que quiser e um livro visto como ruim pode ser a porta de entrada para muitos outros bons ou não, não há problema nisso. De qualquer forma, tenho tentado diminuir o meu consumo de tudo, portanto, se eu deixar a beleza de algo ser fator fundamental para adquirir tal coisa eu precisarei arrumar outro emprego hahahahahahhhhha
      Obrigada pelo seu comentário, a função do post é justamente ver outros pontos de vista é levantar discussões!

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      1. Oi guria! Imagina, deu pra acompanhar sim um pouco do teu gosto hábito com os livros; eu que peço desculpas pelo textão e pelos assuntos meio off do teu post rs 🙂 Acabei falando de assuntos mais gerais mesmo, porque tem muita coisa mesmo pra gente refletir, e achei bem bacana mesmo encontrar no teu post essa possibilidade de conversa <3, que é algo que sinto falta, já que no meu blog eu fico no universo das resenhas apenas, e não sigo para um tom de diário… bem, quem sabe, convivendo com tantos novos blogs, com tanta gente boa escrevendo instigando inspirando seus leitores… de repente até compartilho algum outro novo mundo de meu mundo também, assim como vocês 🙂 ❤ Tudibão pra gente! Bjs

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      2. Oi, João! Concordo com você, o livro não deixa de ser um produto que com os hábitos consumistas acaba ficando em foco apenas pelo prazer de adquirir algo novo e não pelo conteúdo em si.
        Quanto ao Prince of Thorns, não cheguei a acompanhar nada sobre… Mas é isso que acontece mesmo, a edição é caprichada e automaticamente o livro é considerado bom.
        Obrigada por comentar!

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  6. Oi Barbara, adorei o post – e obrigada pelo elogio à estante! Gostei tanto que gostaria de “copiá-lo” para refletir no meu blog também! Posso? Mas respondendo aqui no comentário, também mudei bastante meu comportamento em relação a leituras e coleção de livros. Ainda tenho várias edições de um mesmo livro, mas ultimamente parei de fazer isso. Também abri mão de vários outros que não gostei tanto ou que simplesmente sei que não vou reler. Sobre ser influenciada pelos comentários nas redes sociais, é claro que caio em tentação várias vezes. Mas confesso que quando TODO MUNDO começa a elogiar demais, eu pego um bode, haha! Sobre sortear os livros para ler, eu só não faço isso porque sou muito de momento, sabe? Gosto de olhar pro livro e querer lê-lo aquela hora! O que me ajuda bastante a ler coisas diferentes, sair da zona de conforto e desencalhar obras, é o desafio de leitura. Ai, falei demais!
    Beijos

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    1. Fico feliz com isso, Anna! Mas, como eu disse, ainda continuo achando lindas as bibliotecas pessoais que vejo aqui, e coincidentemente, essa semana eu estava vendo fotos da sua. Fiquei apaixonadíssima, mas confesso que o que eu mais quis ter foi aquela mariposa!

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