A Dança da Morte – Diário de Leitura [5]

 

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Olá 😀

Embora já tenha um tempinho que o último diário de leitura saiu, eu continuei lendo o livro – apenas com uma pausa para ler Madame Bovary, para a faculdade. A historia continua ficando cada vez melhor, ao menos para mim, já que já passaram todas as apresentações de personagens, as viagens  e os grupos de ambos os lados já estão praticamente reunidos.

É sensacional a forma como a sociedade está tomando forma, nunca tinha parado pra pensar na formação de uma sociedade em si, que é o que está rolando agora.

Você já parou pra pensar? Como ficaríamos sem energia elétrica, sem polícia, sem lei, sem médicos… Ah, há também a questão de que as pessoas que não sobreviveram à gripe estão mortas, óbvio, e os corpos continuam por ai, e não, não há funerárias.

Chad Norris foi o próximo. Falando com tranqüilidade, as mãos enfiadas nos bolsos da calça caqui, discorreu sobre o trabalho efetuado pelo Comitê de Sepultamentos durante as últimas três semanas. Contou-lhes que haviam sepultado a incrível quantidade de 25 mil cadáveres, mais de 8 mil por semana, acreditando agora que houvessem ultrapassado mais da metade.

Enfim, tudo aquilo que vemos como coisas e serviços comuns e que temos em abundancia. E, depois de solucionada a escassez de profissionais da saúde ou o que quer que seja, quem daria continuidade ao trabalho deles? Pois é claro, não são imortais. Isso nos levaria até a criação de escolas e faculdades, assunto que não foi mencionado até o momento, já que, mesmo com o foco no funcionamento normal da cidade, Randall Flagg continua sendo uma preocupação.

— Como é ele, Tom? Tom nada falou por um bom tempo. Stu concluiu que ele não responderia e já se preparava para voltar ao “roteiro” quando Tom disse: — Ele parece como qualquer um que a gente vê na rua. Mas, quando sorri, os pássaros caem mortos das linhas telefônicas. Quando olha para a gente de certa maneira, a nossa próstata dói e nossa urina queima. A relva fica amarela e morre, quando ele cospe. Ele está sempre fora. Ele veio do tempo. Não sabe quem é. Tem o nome de mil demônios. Jesus o jogou em meio a uma vara de porcos certa vez. Seu nome é Legião. Ele tem medo de nós. Estamos dentro. Ele conhece magia. Pode chamar os lobos e viver nos corvos. Ele é o rei de lugar nenhum. Mas tem medo de nós. Tem medo do… dentro

Quanto aos últimos acontecimentos: mãe Abagail desapareceu, o que causou certo alvoroço, já que as pessoas passaram a ter uma devoção fortíssima por ela. Não param de chegar pessoas, e já organizaram um comitê para tratar dos assuntos importantes relacionados à esta sociedade que está sendo criada. Há muitas pessoas em Boulder, cidade em que todos estão, e a cidade já não parece mais um local pós-apocalíptico, já que cada um adotou uma casa para si e leva a vida como pode. Como nem tudo é perfeito, há pessoas em Boulder que resolveram atender ao chamado de Randall Flagg, o que pode vir a trazer problemas.

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Boulder, Colorado.Achei linda!

A tradução não para de me surpreender negativamente!

Exemplo “Ninguém sabia ao certo se Brad estava ou não pilheriando.” PILHERIANDO?? Não entendo qual é a desse tradutor, viu.

Estou na página 740 e a possível guerra está cada vez mais próxima. Começo a pensar em como encerrarei o diário de leitura até o final sem dar spoilers hahahaha

Até mais!

 

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4 comentários em “A Dança da Morte – Diário de Leitura [5]

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